segunda-feira, 16 de maio de 2016

Operação contra roubo de cargas mobiliza 150 policiais

por Tiago Muniz, de São Paulo
A polícia civil de São Paulo deflagrou operação contra uma quadrilha especializada em roubo de cargas na manhã desta segunda-feira (16). 150 agentes da corporação cumprem 48 mandados judiciais; entre eles 30 e de busca e apreensão e 18 de prisão.

Os investigadores verificaram que o bando atuou em pelo menos dez ocorrências, inclusive num roubo na cidade de Americana, onde eles levaram uma carga de eletrônicos avaliada em R$ 1,2 milhão.

O delegado Alexandre Batalha, da seccional de Mogi das Cruzes, destaca que se tratava de uma quadrilha sofisticada, bem armada e com equipamentos para bloqueio de sinal de rastreadores.

Os mandados são cumpridos na Capital, Guarulhos e em cidades da região do Alto Tietê como Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Suzano e Mogi das Cruzes.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

CET é obrigada a mudar faixas em "X" depois de instalação sem autorização do Contran

por Tiago Muniz, de São Paulo

A Prefeitura de São Paulo começou a instalar as faixas de pedestres com cruzamento em X antes de pedir autorização ao Contran e foi obrigada a mudar o padrão depois de uma recomendação do órgão.

De acordo com nota enviada pela CET à reportagem, o Departamento de Planejamento da Companhia encaminhou em 2 de fevereiro do ano passado a proposta para execução do projeto experimental visando a criação das faixas em diagonal.

Só que a primeira faixa do gênero já havia sido implantada em 8 de dezembro de 2014, quase dois meses antes do pedido de autorização. E esse pedido, no fim das contas, não era apenas uma mera formalidade.

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) emitiu uma nota técnica em 16 de junho de 2015 dizendo que o fundo azul das faixas em "X" não poderia ser utilizado.

É por isso que, nesta semana, a prefeitura começou a trocar o fundo das faixas de azul para verde. Porque não tinha autorização e só foi perguntar depois se o fundo azul poderia ser colocado.

Outro lado

A CET se defende dizendo que "há uma profusão de 'cores' no pais para criar faixas de destaque e que precisam ser de alguma forma normatizadas sob peso de criar dúvida e ai sim induzir ao erro e ao incidente."

A Companhia afirma ainda que não é "o caso de desqualificar algo que ainda está em construção e que pelos dados iniciais obtidos vem trazer benefícios aos cidadãos."